Pequena contribuição sobre arquivos

23
Fev 10

As II Jornadas de Arquivos, à semelhança das do ano anterior, vão ao encontro das necessidades dos profissionais da informação. O Município de Albufeira apresenta um conjunto de iniciativas para assinalar o Dia Internacional dos Arquivos. Mais uma vez, pretende-se com este evento proporcionar um espaço de partilha, ref...lexão e debate de ideias e experiências sobre modernização administrativa e gestão da qualidade, arquivos fotográficos, genealogia e descrição documental. Num encontro que reúne especialistas de diversas entidades.

Programa:

Dia 8 de Junho

09h30 - Recepção e Entrega de Documentação

10h00 - Sessão de abertura
Vice-Presidente da C.M. Albufeira | José Carlos Rolo
Presidente da Assembleia Municipal de Albufeira | Carlos Silva e Sousa
Direcção Regional de Cultura do Algarve | Dália Paulo
Sub-Director da DGARQ | Francisco Barbedo
Director do Arquivo Distrital de Faro | João Sabóia

Painel I - Modernização administrativa e gestão da qualidade
10h45 - Moderação - Nelson Vaquinhas |
11h00 - Informação, Modernização e Qualidade: um trinómio estratégico - Manuela Pinto | Univ. do Porto
11h30 - O contributo da arquivística para a gestão da qualidade - Carlos Guardado da Silva | Arq. Municipal de Torres Vedras
12h00 - Debate

12h30 - Almoço livre

Painel II - Preservação do património fotográfico
14h30 - Moderação - Sónia Negrão | Arq. Histórico de Albufeira
14h45 - Luís Pavão | Arq. Fotográfico Municipal de Lisboa
15h15 - Cármen Almeida | Arq. Fotográfico Municipal de Évora
15h45 - Pausa para café
16h15 - Debate

17h00 - Exposição de Fotografias "Arquivos Habitados - acervo metaphorical", de Rui Gregório

Dia 9 de Junho

09h30 : 13h00 - Workshop "Descrição Documental" - Lucília Runa | DGARQ
10h30 - Intervalo (café livre)

13h00 - Almoço livre

14h00 - A Genealogia e o desenvolvimento do Algarve - Miguel Côrte-Real | Univ. Lusíada
14h30 - Apresentação do Projecto de Genealogia do Algarve | Nuno Campos Inácio

Inscrição prévia | Entrada gratuita | Lotação limitada de lugares da sala.
Contactos: arquivo.historico@cm-albufeira.pt / 289 598 830

Para mais informações consulte: http://www.cm-albufeira.pt/portal_autarquico/albufeira/v_pt-PT/menu_municipe/servicos_municipais/arquivo_historico/Eventos/

 

publicado por Sonia Negrao às 19:42

Apesar de ser um blog sobre Arquivos, há determinadas questões que não se devem deixar passar, e esta é uma delas. Assim deixo aqui o comunicado da ANIMAL que recebi por mail.

 

 

O Futuro da Cultura em Portugal: Ministério da Tortura; Para breve?
 
Tal como anunciado, o Ministério da Cultura, na pessoa da Ministra Gabriela Canavilhas, criou *mais* uma secção dedicada à tauromaquia. Note-se que o Presidente desta secção é o Inspector-Geral das Actividades Culturais, o que não é muito chocante, visto que a anterior Inspectora-Geral era assumidamente aficionada das touradas, e não fazia esforço algum para disfarçar a sua falta de neutralidade. Seguindo esta linha de coerência do Governo, e dada a questionável isenção dos seus agentes, não parece assim tão descabido imaginar um matador de touros e um forcado no lugar de Secretários de Estado da Cultura, passando o Ministério da Cultura a chamar-se Ministério da Tortura. Desta forma, a pouca-vergonha que já está instalada passaria a ser oficial.
 
As sociedades modernas tendem a tornar-se cada vez mais civilizadas, abolindo, gradualmente, práticas medievais que as envergonham perante si próprias e perante o mundo, e cujo lugar deve apenas pertencer ao passado. Independentemente dos prazeres pessoais de cada cidadão, que, obviamente, tem todo o direito de apreciar o que quer que aprecie, embora, em casos como o que está em apreço, estes devam ser guardados para si, ou, eventualmente, e consoante os casos, ser alvo de análise psiquiátrica, o facto é que, a sociedade não pode, nem deve, a bem da evolução civilizacional e moral, considerar aceitáveis, muito menos oficializar, práticas que impliquem a exploração e/ou sofrimento de quem não se pode representar a si próprio nem escolher participar nelas.
Em pleno século XXI chega a ser ofensivo discutir-se o sofrimento dos outros animais (que não os humanos), como se a ciência não estivesse já evoluída ao ponto de recusar a ideia bacoca de que a capacidade de experienciar dor, angústia e/ou sofrimento deve somente ser atribuída aos animais-humanos. Introduzir esse tópico na discussão acerca da eventual legitimidade da existência de espectáculos sanguinários é uma manobra de diversão, muito usada por parte dos que defendem tais práticas, embora, na verdade, já nem esses acreditem em tal despautério, embora, pela total falta de argumentos para defender o sadismo que os caracteriza, continuem a insistir no dito argumento falacioso. Uma outra manobra de diversão vastamente utilizada é, a de que, sem a indústria que dá vida, tortura, e de seguida, morte (ou reciclagem, dada a crise), a espécie (???) do touro bravo (???), esta extinguir-se-á. Portanto, de acordo com este pressuposto, o que está aqui em causa afinal é a salvação através da tortura… Pois bem, não fosse esta última ideia absurda quanto bastasse, há ainda por esclarecer por parte da indústria em causa, que ramo da Biologia caracteriza o touro como uma espécie, e, já agora, que ecossistema é que depende desta. Obviamente que, na eventualidade de se quererem manter estes animais (que não são mais do que bois não castrados e seleccionados de acordo com as características preferidas dos que destes beneficiam financeiramente), não seria, obviamente, através das touradas. Seria perfeitamente possível manter estes animais em regime de santuário, protegendo-os. Apenas em jeito de nota de rodapé, extinguir uma espécie, sub-espécie, ou agrupamento de animais, não significa exterminá-los.
Lamentavelmente, nem sempre o que é considerado legal (do ponto de vista do Direito) é moralmente admissível. O Direito tende a acompanhar o progresso das civilizações, contudo, não é sempre justo. O facto de determinada actividade estar dentro dos termos da Lei, não faz, por si só, com que ela seja obrigatoriamente aceitável do ponto de vista ético. A História tem-nos mostrado inúmeros bárbaros costumes, que estavam perfeitamente legalizados, e que se foram tornando ilegais, à medida que fomos evoluindo intelectual e moralmente.  
 Infelizmente, as vítimas da tauromaquia (caso que aqui analisamos) são silenciosas; não podem falar do que sentem, e, assim, comprovar a veracidade dos argumentos dos seus defensores. Todavia, os referidos defensores *podem*, e *devem*, fazê-lo.
Não é incomum verem-se milhares de pessoas na rua, a manifestarem-se; Não é incomum ouvirem-se, na televisão e na rádio, intervenções de cidadãos indignados; Não é incomum lerem-se, na imprensa escrita, artigos de opinião e cartas de leitores. O que é incomum é verem-se similares declarações acontecerem em defesa dos interesses de outros, que não nós próprios.
É exactamente para contrariar a tendência acima referida que a ANIMAL vos vem convocar para um exercício conjunto de altruísmo. Independentemente de ser uma/um cidadã/cidadão anónima/o, fazer parte de um grupo informal, de uma associação legalmente constituída, de simpatizar mais ou menos com a organização que organiza o protesto, se é uma/um protectora/protector dos animais, compareça. Faça-o *pelos animais* e por mais ninguém. 
Porque não chega escrever, porque não adianta lamentar, e porque desistir não é uma opção, saia para a rua, no dia 10 de Abril, sábado, e venha mostrar ao país que a maioria silenciosa tem rosto. O tempo é agora!
Daremos mais notícias acerca deste grande protesto, muito em breve.
Rita Silva
Presidente da ANIMAL

 

Dá que pensar, não é?

 

SN

 

publicado por Sonia Negrao às 19:35

15
Jun 09

No dia 8 de Julho, o Arquivo Histórico da CM de Albufeira promove mais uma actividade, desta feita o lançamento da edição fac-simile da Carta de Foral outorgada por D. Manuel I a Albufeira em 1504.

 

Nesse dia, e para quem estiver presente na sessão, oferece-se o livro, e teremos ainda a possibilidade de ouvir as palestras da Dr.ª Idalina Nobre, Chefe da Div. Assuntos Culturais da CMA e da Prof. Doutora Herminia Vilar da Universidade de Évora.

 

E claro está um beberete no final para comemorarmos!!!

 

publicado por Sonia Negrao às 20:11

 Resumos de algumas das comunicações das Jornadas.

 

 

O Sistema de Gestão Documental como plataforma de Arquivo Electrónico
 
Eng. Fernando Faria
 
 
É prática comum as Organizações possuírem diferentes fontes de produção de documentos, muitas delas com repositórios próprios, sem normalização entre eles. A implementação de um Sistema de Gestão Documental transversal à Organização pretende dar resposta a esta questão, oferecendo um arquivo electrónico comum para cada fase de arquivo, facilitando assim a gestão e classificação de todos os documentos. A implementação, desde o momento da captura, de um plano de classificação que defina a meta informação e as políticas de retenção, aliado a outras características como seja a autenticação digital e o registo de operações sobre os documentos, é essencial para ser criado um arquivo electrónico integro, seguro e auditável.
 
 
 
 
O Arquivo Municipal de Lisboa: o amanhã começa hoje
 
 
Irene Catarino
  
Num contexto em que a economia global se baseia na informação, no conhecimento e na comunicação, os profissionais da informação têm responsabilidades acrescidas. Os serviços por eles prestados à população apetrecham os cidadãos com ferramentas imprescindíveis a uma cidadania mais activa.
 
O Arquivo Municipal de Lisboa está consciente da importância das Tecnologias da Informação e da Comunicação como instrumento fundamental para:
 
Reforma dos organismos públicos;
Melhorar o acesso à informação;
Aumentar a eficácia dos serviços prestados;
Simplificar procedimentos;
Diminuir tempos de espera;
Partilhar a informação pelos diferentes tipos de utilizadores
Racionalizar as ferramentas de gestão pessoal e institucional.
 
 
Através desta comunicação pretende-se revelar os objectivos que estão por detrás de alguns dos Projectos em curso no Arquivo Municipal de Lisboa, entre eles o de Digitalização e o de Gestão Integrada de Arquivos, dando a conhecer, ao público em geral, as suas mais valias relativamente à modernização administrativa.
 
 
Modernização Administrativa
 
Sílvia Duarte
 
Na sociedade actual, onde cada vez mais o acesso e a democratização da informação contribuem para o debate cívico e para a promoção da cidadania, a «modernização administrativa» pode ser o factor da mudança, para uma participação activa de todos
os cidadãos na «sociedade da informação».
Numa perspectiva de interesse público exige-se, hoje mais do que nunca, aos Municípios uma permanente capacidade de adaptação, enquanto entidades que apresentam uma configuração singular. Também toda a iniciativa a estes subjacente, se desenvolve em torno de serviços públicos que actuam a níveis sócio - económicos capazes de prestar um serviço eficaz e uma resposta adequada e atempada.
Assim, os processos burocráticos tendem a extinguir-se em benefício de processos expeditos e simplificados que permitem uma maior proximidade entre a Câmara e os seus clientes, aliviando os cidadãos de obstáculos administrativos.
A problemática da transparência administrativa, assume uma maior relevância nas preocupações quer dos Municípios - abertos e ao serviço da comunidade - quer dos cidadãos, que vão adquirindo consciência dos seus direitos.
Dado que esta transparência, é apanágio de um novo paradigma, e que se encontra na dependência da sua aplicação por todos os cidadãos, o que se afirma, é o direito de todos a participar neste projecto de modernização administrativa.
Porque se exige, cada vez mais, de uma sociedade «em acelerada mudança», uma resposta eficaz e com qualidade, temos de ser persistentes no cumprimento da nossa missão.
 
 
Os arquivos e a gestão dos documentos de conservação permanente
  
João Sabóia
   
 O panorama do Património Arquivístico no Algarve em 1998, ano da implementação do Programa de Apoio à Rede de Arquivos Municipais (PARAM), não era muito brilhante pois contava com um número diminuto de arquivos organizados, de inventários editados e um número reduzido de técnicos especializados, o único técnico superior de arquivo existente no Algarve[1] encontrava-se no Arquivo Distrital de Faro e os 5 técnicos profissionais de arquivo presentes em instituições algarvias estavam repartidos pelo Arquivo Distrital, três, e pela Câmara Municipal de Loulé, dois.
Desta forma o Arquivo Distrital de Faro teve como missão, desde a sua implementação, a salvaguarda do património arquivístico e informacional e a promoção da organização dos arquivos nas diversas instituições algarvias, tal como, também, se constituiu na grande memóriaadministrativa e histórica, onde a informação organizada e fundamental à defesa dos interesses e da identidade do Algarve e dos seus moradores se depositava, organizava e se difundia.
O Arquivo Distrital, também, procurou garantir o direito do cidadão ao acesso à informação de acordo com o artigo 268º, sobre os direitos e garantias dos administrados, da Constituição Portuguesa.
Sabemos, no entanto, que a legislação produzida para facilitar e proteger o acesso aos documentos depende, na prática, do estado de organização dos arquivos, da capacidade e do interesse das instituições em manter a informação tratada e disponibilizada a quem dela precisa.
Neste século XXI os arquivistas defrontam-se com grandes desafios, tais como a necessidade de centrar o serviço de arquivo numa única unidade orgânica, de promover a implementação da Gestão de Qualidade e de apoiar o progresso da Gestão Documental Electrónica nas diversas instituições algarvias.
 
Estes são alguns dos desafios a que os arquivistas estão confrontados no seu papel de servir os seus utentes internos e externos, transformando, assim, os arquivos em verdadeiros recursos para a gestão, para a administração e para a cultura, aumentado, desta forma, a sua visibilidade como agentes do desenvolvimento da sociedade algarvia, ao propiciarem o conhecimento do meio local e da sua cultura permitindo, assim, ao cidadão o desenvolvimento do seu sentido crítico e da compreensão solidária por aquilo que o rodeia.
 
 

 

publicado por Sonia Negrao às 19:55

 

Olá a todos!

 

Para quem não esteve nas Jornadas de Arquivos que tiveram lugar em Albufeira no dia 9 de Junho, deixo algumas fotografias.

Ah... já agora, penso que não correu mal de todo, para o ano temos mais, quem sabe...

 

Beijinhos

 

 

 

Sessão de abertura com as Sras. Vereadora da Cultura, Dr.ª MArlene Silva e Presidente BAD-Sul, Dr.ª Maria João Barradas

 

Ainda a sessão de abertura

 

 

Painel Arquivos Electrónicos: Eng. Fernando Faria; Eng. Joaquim Godinho; Dr.ª Irene Catarino

 

 

O nosso público

 

 

Dr.ª Irene Catarino

 

 

 

Painel dos Arquivos Históricos: Dr. Pedro Penteado; Prof. Luís Oliveira; Dr. João Sabóia

 

 

Dr. Pedro Penteado

 

 

Dr. João Sabóia

 

 

Dr. João Sabóia

 

 

Momento de descontracção: coffee-break da tarde

 

 

 

Amigos com a nossa pasta das jornadas...

 

 

Sessão de Encerramento: Dr.ª Idalina Nobre, Chefe da DAC da CMA, e Dr. João Sabóia

 

 

Sessão de Encerramento: Dr.ª Idalina Nobre, Chefe da DAC da CMA, e Dr. João Sabóia

 

publicado por Sonia Negrao às 19:23

09
Mai 09
 
 
09h00 Recepção e Entrega de Documentação
  
09h30 Sessão de Abertura
 
10h30 Pausa para café
 
 Painel “Arquivos Electrónicos”
 
10h45 Painel moderado por Joaquim Godinho (Universidade de Évora)
 
11h00 Irene Catarino (Arquivo Municipal de Lisboa)
O Arquivo Municipal de Lisboa: caminhos para uma gestão integrada"
 

11h30 Fernando Faria (Link Consulting, S. A.)

"O Sistema de Gestão Documental como plataforma de Arquivo Electrónico"

 

12h00 Debate

  
12h30 Almoço
 
 Painel “Modernização Administrativa”
 
14h00 Painel moderado por Alexandra Mariano (Universidade do Algarve)
 
14h15 Luísa Freire (Arquivarius)
"O "back office" da modernização administrativa"
 
14h45 Sílvia Duarte (Câmara Municipal de Portimão)
“Modernização Administrativa. A Mudança de Paradigma em Portimão”
 
 
15h30 Debate
 
15h45 Pausa para café
 
Painel “O Futuro dos Arquivos Históricos”
 
16h00 Painel moderado por Luís Oliveira (Universidade do Algarve)
 
16h15 Pedro Penteado (DGARQ)
"Qualidade, arquivos 2.0 e DGARQ: uma solução para o futuro"
 
16h45 João Sabóia (Arquivo Distrital de Faro)
"Os arquivos e a gestão dos documentos de conservação permanente"
 
17h15 Debate
 
17h45 Sessão de Encerramento

 

 


24
Abr 09

Dia Internacional dos Arquivos 

9 de Junho de 2009

 Inscrição 


Painéis

Arquivos Electrónicos
Futuro dos Arquivos Históricos
Modernização Administrativa 


Sala Polivalente da Biblioteca Municipal

Contactos:

 289 598 830        

E-mail: arquivo.historico@cm-albufeira.pt

                sonia.negrao@cm-albufeira.pt 

                       nelson.vaquinhas@cm-albufeira.pt

publicado por Sonia Negrao às 20:27

25
Mar 09

 

O AHA prepara-se para editar o seu 1.º livro. Não são originais.... é uma edição fac-simile da Carta de Foral outorgada por D. Manuel I, a Albufeira, em 1504.
 
 
Esta edição conta com a transcrição da Professora Hermínia Vilar da UE. No dia do lançamento vamos ver se oferecemos uns Cd's com imagens da carta de foral.
 
 
 
Beijinhos a todos.

 

 

publicado por Sonia Negrao às 18:32

 

 

 

  Dia 7 de Abril
Sala Polivalente da Biblioteca Municipal


Palestra
“Arquivo: o 'ADN' da identidade de uma comunidade”
pela Dr.ª Sandra Duarte (Fundação Calouste Gulbenkian),
pelas 15h00

Abertura da Exposição de Fotografia
“Conteúdo e Vestimenta: imagens de arquivos”
(autoria da Dr.ª Marta Nogueira),
pelas 16h00.

 

publicado por Sonia Negrao às 11:20

  

 

O Arquivo Histórico de Albufeira encontra-se a digitalizar o seu espólio fotográfico, com o objectivo de preservar a memória colectiva do Concelho. Registos que reúnem imagens respeitantes ao período compreendido entre os anos 20 e meados dos anos 80 do século XX, apresentando temáticas sobre os aspectos políticos, económicos, sociais, religiosos e civis do Concelho.

No sentido de aumentar o espólio do Arquivo Histórico, a autarquia promove este Projecto junto da população, que consiste na recepção de fotografias de todo o Concelho. Estas podem ser entregues no Museu Municipal de Arqueologia, de Terça a Domingo entre as 10h30 e as 16h30.

As imagens de arquivo, fornecidas a título de empréstimo, serão digitalizadas e devolvidas aos seus proprietários, sendo oferecidas as respectivas imagens em versão digital. Esta é uma forma de promover a conservação das fotografias originais e, consequentemente, permitir às gerações vindouras conhecer a história do seu Concelho.

 

publicado por Sonia Negrao às 11:14

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